Matéria-prima vinda da China acaba, e Butantan suspende envase da vacina CoronaVac

Lote da CoronaVac em foto de 31 de março. (Foto: Roberto Cassimiro/Fotoarena/Estadão Conteúdo)

O Instituto Butantan suspendeu o envase de doses da vacina CoronaVac após atraso na chegada de matéria-prima vinda da China.

O diretor do instituto, Dimas Covas, afirmou nesta quarta-feira (7) que o processo de envase foi suspenso há dez dias. Ele negou anormalidade no trâmite de entrega da CoronaVac e afirmou que houve um atraso no despacho de um lote de insumos da vacina produzida na China.

Segundo ele, o carregamento estava previsto para esta quinta-feira (8), mas deve chegar na próxima semana. O diretor do instituto disse ainda que o processo completo até a liberação das doses para o Ministério da Saúde dura cerca de 20 dias.

Dimas Covas afirmou também que o cronograma de entregas de vacinas à pasta está mantido. Desenvolvida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, a CoronaVac corresponde a mais de 80% das imunizações contra a Covid-19 aplicadas no Brasil.

O instituto informou que negocia com o governo chinês para receber as novas remessas e que toda a matéria-prima da vacina recebida da China já foi envasada. Agora, aguarda mais insumos.

Segundo ele, o carregamento estava previsto para esta quinta-feira (8), mas deve chegar na próxima semana. O diretor do instituto disse ainda que o processo completo até a liberação das doses para o Ministério da Saúde dura cerca de 20 dias.

Dimas Covas afirmou também que o cronograma de entregas de vacinas à pasta está mantido. Desenvolvida pelo Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, a CoronaVac corresponde a mais de 80% das imunizações contra a Covid-19 aplicadas no Brasil.

O instituto informou que negocia com o governo chinês para receber as novas remessas e que toda a matéria-prima da vacina recebida da China já foi envasada. Agora, aguarda mais insumos.

O comunicado continua: “Com uma nova remessa de IFA, prevista para a próxima semana, será possível integralizar todas as 46 milhões de doses referentes ao primeiro contrato com o Ministério da Saúde até o dia 30 de abril”.

Dimas Covas afirmou que houve um adiantamento da entrega de março, mas não será possível fazer o mesmo para a entrega de abril: “Não vamos conseguir neste momento fazer o adiantamento, porque precisaria de mais IFA. Só vamos conseguir a partir de maio”.

Ainda de acordo com o diretor, existem cerca de 2,5 milhões de doses na fase de liberação nos próximos dias. A previsão de entrega para abril é de cerca de 7,5 milhões de doses, o que excede em cerca de 5 milhões a quantidade de doses em processo de liberação. Caso o lote de IFA não seja entregue nos próximos dias, o cronograma de entregas ao ministério pode ser afetado.

Fonte: G1.globo.com