Porciúncula – Quarta-Feira – Porciúncula adere ao consórcio de municípios para compra de vacinas contra covid-19

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A Secretaria de Saúde de Porciúncula anunciou, nesta terça-feira (22/06), ter fechado acordo para a aquisição de vacina.

O anúncio foi feito através de rede social em um vídeo com a equipe do consorcio de vacinas em uma reunião online com o Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM), para adesão ao consórcio, organizado para a aquisição de lotes do imunizante Sputnik V, produzido na Rússia.

A primeira reunião aconteceu em Maricá com o prefeito Fabiano Horta, o diretor presidente do ICTIM e coordenador do consórcio das vacinas, Prof. Celso Pansera, e o Secretário de Saúde de Porciúncula Higino Lira, mostrando o interesse em adquirir conjuntamente as vacinas que estão sendo negociadas.

“A aquisição destes imunizantes são de extrema importância no controle dessa pandemia, por isso não vamos medir esforços para que a população de Porciúncula seja beneficiada com essa parceria”, disse o secretário.

A Anvisa liberou incialmente a compra de um lote para imunizar 1% da população de Maricá, em condição experimental, para em seguida liberar a quantidade de 500 mil doses, das quais uma parte será destinada aos municípios que compõem o consórcio, como é o caso de Porciúncula. “Somos gratos ao município de Maricá, que está abrindo as portas para que Porciúncula participe deste consórcio e de outras importantes parcerias”, disse o prefeito Léo Coutinho.

Desenvolvida pelo laboratório Gamaleya, a vacina Sputnik V alcançou eficácia de 91,6% segundo estudo publicado pela revista científica The Lancet. O estudo mostrou, ainda, que 21 dias depois da aplicação da primeira dose, ela foi 100% eficaz na prevenção de casos graves e mortes.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, sob condições especiais, a importação da vacina contra a Covid-19 Spunick.

O Imunizante já foi autorizado em 61 países, segundo o instituto Gamaleya, responsável por seu desenvolvimento, mas ainda não foi aprovado pela Anvisa no Brasil, onde governo federal, Estados e municípios negociam milhões de doses.

A expectativa é que a vacina russa possa aliviar a dificuldade do país em conseguir doses de vacinas suficientes para aumentar o ritmo da campanha de imunização contra a covid-19, considerada essencial no combate à pandemia.

Fonte: Portal Porciúncula / Ascom-PMP